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	<title>MAXCEMaxce &#8211; MAXCE</title>
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	<description>Sistema de Gestão Empresarial</description>
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		<title></title>
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		<pubDate>Thu, 02 Mar 2017 20:22:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Maxce]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>

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		<description><![CDATA[A gestão financeira de uma empresa pode parecer complexa, porém se algumas regrinhas forem seguidas, é possível prever quanto você terá na conta bancária a curto ou longo prazo de forma simples. 1) Organize primeiramente suas contas atuais, tanto contas a pagar quanto contas a receber. 2) Mantenha o hábito de verificar diariamente o que&#8230;]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<h3>A gestão financeira de uma empresa pode parecer complexa, porém se algumas regrinhas forem seguidas, é possível prever quanto você terá na conta bancária a curto ou longo prazo de forma simples.</h3>
<p style="text-align: right;"><a class="dt-single-image" href="http://www.maxce.com.br/wp-content/uploads/2017/03/16649401_1384571884928594_4368907464295521498_n.jpg" data-dt-img-description="" target="_blank"  rel="nofollow" ><img class="size-medium wp-image-36111 alignright" src="http://www.maxce.com.br/wp-content/uploads/2017/03/16649401_1384571884928594_4368907464295521498_n-300x298.jpg" alt="" width="300" height="298" srcset="https://maxce.com.br/wp-content/uploads/2017/03/16649401_1384571884928594_4368907464295521498_n-300x298.jpg 300w, https://maxce.com.br/wp-content/uploads/2017/03/16649401_1384571884928594_4368907464295521498_n-150x150.jpg 150w, https://maxce.com.br/wp-content/uploads/2017/03/16649401_1384571884928594_4368907464295521498_n-768x763.jpg 768w, https://maxce.com.br/wp-content/uploads/2017/03/16649401_1384571884928594_4368907464295521498_n.jpg 960w" sizes="(max-width: 300px) 100vw, 300px" /></a></p>
<hr />
<p>1) Organize primeiramente suas contas atuais, tanto contas a pagar quanto contas a receber.</p>
<p>2) Mantenha o hábito de verificar diariamente o que consta como a pagar e receber, assim é possível estimar a taxa de inadimplência e também evitar despesas extras com multas e juros.</p>
<p>3) Considere agora as contas que irão se repetir futuramente, e faça previsões para os meses seguintes.</p>
<p>4) Elabore um fluxo de caixa: considere projeções futuras, com todas as entradas e saídas de recursos financeiros, de forma a estimar quais serão os saldos bancários e de caixas a partir destas previsões.</p>
<p>&nbsp;</p>
<hr />
<p>&nbsp;</p>
<p>Para auxiliá-lo ainda mais no controle financeiro, o <a href="http://www.maxce.com.br" target="_blank"  rel="nofollow" >ERP MAXCE</a> possibilita prever gastos a partir do controle de compras de materiais, assim como prever receitas de orçamentos aprovados por clientes.</p>
<p>Você pode gerar em tempo real o fluxo de caixa da sua empresa. Assim, você saberá diariamente qual o saldo das suas contas bancárias, e poderá prever para os próximos meses (ou anos) uma estimativa da situação financeira da sua empresa.</p>
<p>Com a análise de um fluxo de caixa apurado, você conseguirá determinar quais as ações são necessárias para manter as operações da sua empresa e alavancar seus resultados.</p>
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		<title>Sequestro de servidores cresce rapidamente</title>
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		<pubDate>Tue, 21 Feb 2017 20:35:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Maxce]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>

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		<description><![CDATA[O que parecia apenas uma notícia vitimando outras partes do mundo tem feito diversas vítimas também no Brasil: o &#8220;sequestro&#8221; de computadores e arquivos. O ataque bloqueia o sistema ou codifica os arquivos e documentos armazenados e exige que a vítima faça um pagamento para que uma senha seja liberada. O pagamento exigido tem sido&#8230;]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>O que parecia apenas uma notícia vitimando outras partes do mundo tem feito diversas vítimas também no Brasil: o &#8220;sequestro&#8221; de computadores e arquivos.<br />
O ataque bloqueia o sistema ou codifica os arquivos e documentos armazenados e exige que a vítima faça um pagamento para que uma senha seja liberada. O pagamento exigido tem sido de US$ 3 mil a US$ 9 mil (R$ 6,6 mil a R$ 20 mil).<br />
Algumas vítimas relataram que mesmo após o pagamento, o sistema não foi liberado e que além da perda financeira, houve perda de dados, o que muitas vezes não pode ser medido em cifras.<br />
Há suspeita de que a praga estaria entrando no sistema por meio do protocolo de Área de Trabalho Remota (RDP, na sigla em inglês). Uma brecha corrigida pela Microsoft em 2012 e que permite o acesso via RDP sem uso da senha também poderia estar sendo usada para o ataque, juntamente com outra vulnerabilidade semelhante de 2013.<br />
A fraude afeta servidores com Windows e tem origem no leste europeu. O computador infectado exibe uma tela de &#8220;instruções&#8221; para a vítima, que afirma em texto claro que ela está sendo vítima de um golpe e que não há meio de recuperar os arquivos sem realizar o pagamento.<br />
<a class="dt-single-image" data-dt-img-description="" href="http://www.maxce.com.br/wp-content/uploads/2017/02/servidorransomware.jpg" target="_blank"  rel="nofollow" ><img src="http://www.maxce.com.br/wp-content/uploads/2017/02/servidorransomware-300x194.jpg" alt="" width="390" height="214" class="alignnone size-medium wp-image-36098" /></a></p>
<p>A codificação de arquivos para exigência de resgate é bastante conhecida desde 2005, com a disseminação do vírus Gpcoder.<br />
Em 2017, o que complica definitivamente o trabalho de qualquer investigação por parte dos agentes que tentam desbaratar essas quadrilhas é o método de pagamento exigido, ou seja, a moeda virtual Bitcoin. Se o valor pedido fosse em dólares ou euros, o rastreamento do dinheiro combinado com informações sobre o IP utilizado para a ação poderia levar à prisão dos hackers, mas com Bitcoin tudo fica mais difícil, para não dizer impossível.<br />
O que permite e facilita as ações dos larápios virtuais, segundo Vitor de Souza, vice presidente global da empresa de segurança FireEye, é a falta de planejamento e investimento em segurança virtual por parte das empresas e até de governos, o que os deixam vulneráveis aos ataques. ??As maiores empresas do mundo têm consciência dos riscos e separam um orçamento compatível para segurança; já as demais, apesar de saberem dos perigos, investem menos do que deveriam?, afirma o executivo.<br />
Além da segurança, devem ser criadas rotinas de backup para outras mídias e para outros locais físicos para que a recuperação, caso necessária seja imediata e os danos minimizados.<br />
E os servidores de sua empresa estão seguros? Um investimento em segurança é muito mais vantajoso do que um pagamento por resgate sem certeza de sucesso.</p>
<p>Fonte:</p>
<address><a href="http://www.voit.com.br/sequestro-de-servidores-cresce-rapidamente-e-o-pagamento-do-resgate-e-em-bitcoin/" target="_blank"  rel="nofollow" >Voit</a> &#8211; <a href="http://g1.globo.com/tecnologia/noticia/2013/07/praga-sequestra-computador-e-pede-us-3-mil-de-resgate-no-brasil.html" target="_blank"  rel="nofollow" >G1</a></address>
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		<title></title>
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		<pubDate>Wed, 23 Nov 2016 13:08:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Maxce]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>

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		<description><![CDATA[REGULAMENTO PROMO??O INDIQUE E GANHE! &#160; Período promocional: 20 de novembro de 2016 a 20 de janeiro de 2017. Participantes: Clientes da MAXCE com contrato de manutenção vigente no período. &#160; &#160; Prêmios: Na indicação de uma empresa*, você ganha o módulo de Imagens. Duas empresas*, você ganha o módulo de Comunicação. Na indicação da terceira&#8230;]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><a class="dt-single-image" href="http://www.maxce.com.br/wp-content/uploads/2016/11/INDIQUE-E-GANHE-3.jpg" data-dt-img-description="" target="_blank"  rel="nofollow" ><img class="alignnone wp-image-35968 size-full" src="http://www.maxce.com.br/wp-content/uploads/2016/11/INDIQUE-E-GANHE-3.jpg" alt="indique-e-ganhe-3" width="3840" height="1932" srcset="https://maxce.com.br/wp-content/uploads/2016/11/INDIQUE-E-GANHE-3.jpg 3840w, https://maxce.com.br/wp-content/uploads/2016/11/INDIQUE-E-GANHE-3-300x151.jpg 300w, https://maxce.com.br/wp-content/uploads/2016/11/INDIQUE-E-GANHE-3-768x386.jpg 768w, https://maxce.com.br/wp-content/uploads/2016/11/INDIQUE-E-GANHE-3-1024x515.jpg 1024w" sizes="(max-width: 3840px) 100vw, 3840px" /></a></p>
<h1 style="text-align: center;">
<div class="hr-thick"></div>
</h1>
<h1 style="text-align: center;">REGULAMENTO PROMO??O INDIQUE E GANHE!</h1>
<p>&nbsp;</p>
<h5>Período promocional: 20 de novembro de 2016 a 20 de janeiro de 2017.</h5>
<h5>Participantes: Clientes da MAXCE com contrato de manutenção vigente no período.</h5>
<p>&nbsp;</p>
<div class="hr-thin"></div>
<h2></h2>
<p>&nbsp;</p>
<h2>Prêmios:</h2>
<h3 style="text-align: center;">Na indicação de <strong>uma empresa*</strong>, você ganha o módulo de Imagens.</h3>
<h3 style="text-align: center;"><strong>Duas empresas*</strong>, você ganha o módulo de Comunicação.</h3>
<h3 style="text-align: center;">Na indicação da <strong>terceira empresa*</strong> que feche contrato com a MAXCE, você ganhará 50% de desconto em <strong>uma parcela**</strong> da sua mensalidade do contrato de manutenção.</h3>
<p>&nbsp;</p>
<p>*O prêmio só é válido para empresas indicadas que fechem contrato com a MAXCE.</p>
<p>**O desconto será concedido no mês subsequente ao fechamento do contrato com a empresa indicada.</p>
<p>&nbsp;</p>
<div class="hr-thin"></div>
<h4>Módulo Imagens: armazenamento de imagens em banco de dados, vinculando ao cadastro do produto e visualizando a imagem na própria tela do sistema.</h4>
<h4>Módulo Comunicação: envio automático por e-mail de documentos como Orçamento, Pedido, Notas Fiscais, Aviso de Cobrança e Boletos.</h4>
<div class="hr-thin"></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2>Regras gerais:</h2>
<p>1) A indicação deve ser repassada à MAXCE, por e-mail,  com o nome da Empresa, telefone e nome da pessoa de contato. Encaminhe e-mail para maxce@maxce.com.br com assunto: Promoção Indique e Ganhe.</p>
<p>2) Caso a empresa indicada não agendar visita ou não demonstrar interesse, e posteriormente vir a fechar contrato com a MAXCE por outros meios de contato, não terá direito ao Prêmio.</p>
<p>3) Se a empresa indicada desistir ou não pagar, o prêmio não será devido.</p>
<p>4) Serão consideradas indicações desta promoção somente contatos repassados no período de 20 de novembro de 2016 a 20 de janeiro de 2017, com fechamento de contrato no período de 20 de novembro de 2016 a 20 de abril de 2017.</p>
<p>5) Os prêmios não poderão divergir das regras desta promoção em nenhuma circunstância.</p>
<p>&nbsp;</p>
<div class="hr-thick"></div>
<p>&nbsp;</p>
<h3 style="text-align: center;">Colocamo-nos à disposição para quaisquer esclarecimentos e aguardamos suas indicações.</h3>
<h1 style="text-align: center;">Não perca esta oportunidade!</h1>
<h2 style="text-align: center;">Encaminhe agora mesmo a lista de empresas indicadas com nome do contato, telefone para maxce@maxce.com.br.</h2>
<p>&nbsp;</p>
]]></content:encoded>
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		<title>O fim do dinheiro se aproxima</title>
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		<pubDate>Tue, 28 Jun 2016 18:36:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Maxce]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>

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		<description><![CDATA[Mantidas as atuais condições de temperatura e pressão, o dinheiro vivo deve desaparecer até o final deste ano&#8230; pelo menos na Dinamarca. O Banco Central de lá já não fabrica notas nem moedas desde 2013 e vem investindo pesado em sistemas eletrônicos. Mais: os dinamarqueses proibiram o uso de dinheiro em espécie em lojas de&#8230;]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><a class="dt-single-image" href="http://www.maxce.com.br/wp-content/uploads/2016/06/Fim-do-dinheiro.png" data-dt-img-description="" target="_blank"  rel="nofollow" ><img class="size-full wp-image-35886 alignleft" src="http://www.maxce.com.br/wp-content/uploads/2016/06/Fim-do-dinheiro.png" alt="Fim do dinheiro" width="268" height="151" /></a>Mantidas as atuais condições de temperatura e pressão, o dinheiro vivo deve desaparecer até o final deste ano&#8230; pelo menos na Dinamarca. O Banco Central de lá já não fabrica notas nem moedas desde 2013 e vem investindo pesado em sistemas eletrônicos. Mais: os dinamarqueses proibiram o uso de dinheiro em espécie em lojas de roupa, postos de combustível e restaurantes.<br />
O interessante é que, do outro lado da Ponte de ?resund, a Suécia segue o mesmo caminho: daqui a cinco anos, o BC local quer que a coroa (criada em 1873) esteja restrita às telas de smartphones, tablets e computadores. Como de costume, o cronograma dos suecos está em dia.<br />
Mas não fique com inveja, caso você não seja escandinavo. A revolução vai atingir o restante do globo rapidamente. E é lógico que aconteça, porque todos ganham com isso. O mundo já está mudando em diversos aspectos &#8211; da maneira com que ouvimos música e assistimos a conteúdos multimídias (on demand na tela do tablet) até o jeito como pegamos táxis (aplicativo no smartphone integrado ao GPS). E tudo pago via carteira digital, muitas vezes com um único clique.<br />
Produtos como esses fazem (e farão) cada vez mais sentido no cotidiano. De acordo com levantamento da norte-americana IEEE, a maior entidade profissional do mundo, o dinheiro e os cartões de crédito e débito devem ser substituídos pelos pagamentos por meio de dispositivos móveis até, no máximo, 2030. Em um mundo em que 2,5 bilhões de pessoas não fazem parte do sistema bancário formal &#8211; mas podem ter acesso fácil a um aparelho celular -, o prognóstico faz bastante sentido.<br />
?nico senão? Muita gente ainda não se sente tão segura usando o chamado dinheiro digital. Para 46% dos entrevistados pela IEEE, a maior preocupação com pagamentos em plataformas móveis, por exemplo, é ver suas informações &#8220;voando&#8221; pela nuvem à disposição de piratas cibernéticos; e outros 33% estão preocupados com o processamento de pagamentos não autorizados. Além disso (e este talvez seja o índice mais desafiador), 72% consideram que os serviços bancários online são os que têm maiores chances de sofrer ataques de hackers.<br />
Navegar é preciso. Uma outra pesquisa, esta da Ipsos a respeito de e-commerce e feita sob encomenda do PayPal, revela que a principal preocupação dos consumidores (mais de 51% deles) ao comprarem online é a segurança.<br />
Até por causa disso, vem se tornando imprescindível para as empresas do setor criar meios que protejam tanto vendedor quanto comprador no mundo virtual. E o mercado está, sim, atento a essa emergência. Estudo anunciado no começo do ano pelo PayPal e pela BigData Corp. demonstra uma inversão de mentalidade por parte do empresariado quando o assunto é segurança online: em 2015, apenas 20,68% dos e-commerces brasileiros usavam tecnologia SSL (Secure Socket Layer) para proporcionar uma navegação sem sobressaltos aos clientes; agora, já são 73,85%.<br />
A preocupação ganha ainda mais apelo quando descobrimos que, no País, o telefone celular e o smartphone ultrapassaram o desktop como meio de acesso à internet. ? o que garante estudo da Pnad, recentemente divulgado pelo IBGE. Os dispositivos móveis já são usados em 80,4% das casas com acesso à web; o computador representa 76,6%. ? a revolução a todo vapor.<br />
Três motivos. Mas, por que acabar com um meio de pagamento que dá certo há quase três milênios? Se eu fosse listar as muitas razões elencadas por especialistas do mundo inteiro, este artigo talvez se transformasse em uma tese de mestrado. Entretanto, três motivos em especial me parecem especialmente bons.<br />
Primeiro, o dinheiro físico leva à evasão fiscal. ? um fato. O governo norte-americano, por exemplo, perde US$ 100 milhões em impostos anualmente só com pagamentos em dinheiro não declarados. Em segundo lugar, o dinheiro eletrônico é mais ecológico. Além do custo ambiental da produção de notas e moedas propriamente ditas, o transporte é um fator a mais de poluição. Sem falar em toda a documentação legal que cada lote de dinheiro gera, exigida pela burocracia, e na manutenção de milhares de ATMs. Por fim, o dinheiro físico é pouco higiênico. Pesquisadores britânicos do Instituto BioCote chegaram à conclusão, recentemente, de que sacar notas em um caixa eletrônico deixa uma pessoa tão exposta a bactérias quanto usar &#8220;o pior dos banheiros públicos&#8221;.<br />
Convenhamos, só por esta terceira razão já seria o caso de aposentarmos as maltratadas notinhas. Ou não?</p>
<p>Mario Mello é diretor do PayPal para a América Latina</p>
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